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DEDO-DURO ENTREGA SEUS COMPATRIOTAS REFUGIADOS PARAGUAIOS EM FOZ DO IGUAÇU

O dedo-duro, o delator, sempre mereceu repúdio geral – de nomes depreciativos, como “cagüeta” (sim, com trema), “ganso”, “x-9”, “traíra”, a atitudes que demonstravam a repugnância por eles, como esfregar os dedos na lapela quando chegava um indivíduo desses, significando “sujou”. No mundo do crime, a pena para o dedo-duro é a morte. Os serviços secretos têm uma máxima: usar o dedo-duro porque é necessário, e depois descartá-lo, porque dedo-duro é gente que não presta.

São vários os casos de deduragem, principalmente nas ditaduras. O relatório em anexo, escrito pelo Delegado Regional de Polícia de Foz do Iguaçu, Nelson Tavares, em 2 de fevereiro de 1956 e enviado ao Delegado de Ordem Política e Social do Paraná, Edward Rezende Pimenta, registra que um cidadão paraguaio teria ido ‘a repartição policial  e delatado seus compatriotas que se refugiaram em Foz do Iguaçu após o golpe de Estado que levou o general Stroessner ao poder mo Paraguai http://pt.scribd.com/doc/114948099

http://pt.scribd.com/doc/114948106

http://pt.scribd.com/doc/114531520

http://pt.scribd.com/doc/114531522

http://pt.scribd.com/doc/114531531

http://pt.scribd.com/doc/114531532

 

 

 

 

 

 

 

http://pt.scribd.com/doc/114531532

Aluizio Palmar

Aluízio Ferreira Palmar, nasceu em 24 de maio de 1943, em São Fidélis, Estado do Rio de Janeiro. Em sua juventude estudou na Universidade Federal Fluminense e, devido à sua militância revolucionária foi preso e banido do país, após ter sido trocado, juntamente com outros 69 presos políticos pelo Embaixador da Suíça no Brasil. Depois de passar oito anos entre o exílio e a clandestinidade, deu início, após a Anistia Política, a carreira jornalística que completou 50 anos.
Aluízio Palmar foi consultor da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão estadual da Verdade do Paraná, tendo seu trabalho de pesquisador dado origem ao site Documentos Revelados

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