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DOCUMENTOS DAS COMISSÕES DE JUSTIÇA E PAZ, DA CPT, DOS CBAs OUTRAS ENTIDADES LIGADAS AO CLERO DA IGREJA CATÓLICA

O período de vigência da ditadura militar (1964-1985) representou um dos momentos mais dramáticos da história do país no que se refere ao desrespeito e à violência contra os direitos dos cidadãos . Depois de assumirem o poder por meio de um golpe de Estado, os militares consolidaram um regime político ditatorial, que reprimiu violentamente os movimentos trabalhistas e os grupos de oposição.

A tortura, empregada pelos órgãos policiais contra os cidadãos comuns para extrair confissões de suspeitos, tornou-se uma política de Estado contra os envolvidos em quaisquer atividades políticas de oposição à ditadura.

Foi nesta conjuntura que a Igreja católica assumiu um papel de destaque na luta contra a repressão e a tortura e na defesa dos direitos humanos, transformando-se na mais importante instituição de oposição à ditadura militar. Dois fatores ajudam a compreender a postura da Igreja Católica: as mudanças nas diretrizes pastorais e teológicas; e a ordem política e social estabelecida pelos militares após 1964.

 

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Aluizio Palmar

Aluízio Ferreira Palmar, nasceu em 24 de maio de 1943, em São Fidélis, Estado do Rio de Janeiro. Em sua juventude estudou na Universidade Federal Fluminense e, devido à sua militância revolucionária foi preso e banido do país, após ter sido trocado, juntamente com outros 69 presos políticos pelo Embaixador da Suíça no Brasil. Depois de passar oito anos entre o exílio e a clandestinidade, deu início, após a Anistia Política, a carreira jornalística que completou 50 anos.
Aluízio Palmar foi consultor da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão estadual da Verdade do Paraná, tendo seu trabalho de pesquisador dado origem ao site Documentos Revelados

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