Foz do Iguaçu Geral

Documento mostra relatório da PF sobre órganizações árabes em Foz

A comunidade árabe de Foz do Iguaçu sempre foi alvo de espionagem por parte dos órgãos de   segurança.    No período da ditadura civil-militar (19644/1985) o controle era feito exaustivamente e nos arquivos da Polícia Federal e em outros fundos é possível encontrar diversos documentos que retratam essa época de perseguição ideológica, política e étnica.

Constituída basicamente por libaneses, a comunidade árabe está perfeitamente inserida na vida social, empresarial e política de Foz do Iguaçu. Apesar dessa inserção histórica, as reuniões e  atividades de seus membros eram espionadas pelos agentes da repressão. O documento em anexo foi produzido pelo Serviço Nacional de Informações – SNI – em 23 de março de 1984 e relata as atividades dos clubes e outras entidades sociais , filantrópicas e religiosas da comunidade.

A comunidade árabe de Foz do Iguaçu sempre foi alvo de espionagem por parte dos órgãos de  segurança.    No período da ditadura civil-militar (19644/1985) o controle era feito exaustivamente. Nos arquivos da Polícia Federal e em outros fundos é possível encontrar diversos documentos que retratam essa época de perseguição ideológica, política e étnica.

Constituída basicamente por libaneses, a comunidade árabe esteve sempre perfeitamente inserida na vida social, empresarial e política de Foz do Iguaçu. Apesar dessa inserção histórica, as reuniões e  atividades de seus membros eram espionadas pelos agentes da repressão. O documento em anexo foi produzido pelo Serviço Nacional de Informações – SNI e nele são citados os empresários libaneses Mustaf Ali  Osman, Hassan Wahb,Ali Said Rahal  e Mohamad Barakat, entre outros.

Documento Revelado

Órgão que emitiu o documento: Serviço Nacional de Informações

Titulo:  Atividades de Organizações Árabes no Paraná

Descrição:  Informe com 6 (seis) páginas

Data: 23.03.84

Info N 0034/16/ACT/84

 

Aluizio Palmar

Aluízio Ferreira Palmar, nasceu em 24 de maio de 1943, em São Fidélis, Estado do Rio de Janeiro. Em sua juventude estudou na Universidade Federal Fluminense e, devido à sua militância revolucionária foi preso e banido do país, após ter sido trocado, juntamente com outros 69 presos políticos pelo Embaixador da Suíça no Brasil. Depois de passar oito anos entre o exílio e a clandestinidade, deu início, após a Anistia Política, a carreira jornalística que completou 50 anos.
Aluízio Palmar foi consultor da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão estadual da Verdade do Paraná, tendo seu trabalho de pesquisador dado origem ao site Documentos Revelados

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