SÔNIA MARIA DE MORAES ANGEL JONES OCORRÊNCIA 30 de novembro de 1973 em São Paulo DADOS PESSOAIS Filiação: João Luiz Moraes e Cléa Lopes de Moraes Data e local de nascimento: 9 …
SÔNIA MARIA DE MORAES ANGEL JONES OCORRÊNCIA 30 de novembro de 1973 em São Paulo DADOS PESSOAIS Filiação: João Luiz Moraes e Cléa Lopes de Moraes Data e local de nascimento: 9 …
Dissertação de Mestrado apresentada como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em História, pelo Programa de Pós-Graduação em História, Poder e Práticas Sociais, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná Valdir Sessi Esta dissertação objetiva estudar a organização e a atuação dos aparelhos repressores, formados pelas Agências de Segurança da Itaipu Binacional e pelo Consórcio UNICON, durante o período de 1974 a Para a realização desta pesquisa, foram selecionadas ocorrências que envolviam os trabalhadores e produzidas pelas secretarias dessas mesmas agências, além de narrativas de trabalhadores e guardas de segurança, pertencentes a esses aparelhos. Neste sentido, o estudo inicia-se com a discussão acerca da origem militar dos agentes, bem como sobre a militarização dos corpos de segurança de cada uma delas. Esta discussão, presente no primeiro capítulo, permitiu, ao longo do estudo, aproximar o aparelhamento militar da ditadura vigente à atuação das referidas agências. Assim, a incidência de torturas contra os trabalhadores, no Canteiro de Obras e nas áreas destinadas à moradia dos trabalhadores, era endossada por um poder mais amplo e que transcendia o próprio Canteiro de Obras. Neste contexto, percebe-se que a formação militarizada ou paramilitar desses agentes deu sentido à transformação do complexo da Itaipu Binacional em uma “Instituição Total”. O mundo policial que se formou em torno dessas agências ou pequenas Unidades Militares tinha uma finalidade, isto é, para além da manutenção da ordem, criar um consenso entre a massa de trabalhadores de que eles estavam todo o tempo sendo vigiados e de que suas ações eram passíveis de punições. Se havia essas características militares e de constante vigilância na sociedade externa ao Canteiro de Obras, necessitava-se, também, de trazer para a usina, em termos de burocracia e práticas, os mesmos procedimentos adotados pelos aparelhos policiais regulares. Assim, as referidas Agências de Segurança mantiveram o signo da tortura e da repressão contra os trabalhadores comuns, durante o tempo que durou a construção da barragem. Os recibos de pessoas, comumente trocados entre os órgãos policiais, quando da entrega e recebimentos de indivíduos presos, foram também adotados pelos setores militarizados da Itaipu. Coroava-se, desta maneira, um complexo esquema repressivo que se mantinha ligado às demais entidades formadoras da base das Comunidades de Informações cionais. Se, nos primeiros capítulos, o estudo intensificou a análise do aparelhamento policialesco em torno do Canteiro de Obras; nos momentos seguintes, sai da esfera da militarização. Desta outra …
2013_marialuciabrantdecarvalho FOTOS AGÊNCIA PÚBLICA DAS TERRAS DOS ÍNDIOS A ÍNDIOS SEM TERRAS O ESTADO E OS GUARANI DO OCO’Y: VIOLÊNCIA, SILÊNCIO E LUTA Maria Lucia Brant de Carvalho Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, para obtenção do título de Doutora em Geografia. “Entre 2001 e 2007 a antropóloga Maria Lucia Brand de Carvalho , a Malu, estudou e conviveu, …
A St. John del Rey Mining Company escreve ao ministro do trabalho, Agamenon de Magalhães, avisando que demitirá associados do Sindicato de Nova Lima sob alegação de serem eles ligados …
TRABALHADORES E O APARATO REP RESSIVO DURANTE A CONSTRUÇÃO DA HIDRELÉTRICA DE ITAIPU VALDIR SESSI POVO DO ABISMO: TRABALHADORES E O APARATO REPRESSIVO DURANTE A CONSTRUÇÃO DA HIDRELÉTRICA DE ITAIPÚ …
Em 1973, com o fortalecimento da atuação autônoma e clandestina do DOI-Codi (Destacamento de Operações e Informações ligado ao Centro de Operações de Defesa Interna) paulista na caçada aos últimos …
JORNAL NOSSO TEMPO: UM MARCO DA RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA EM FOZ DO IGUAÇU CARLOS LUZ THAYS PETTERS tcc-nosso-tempo Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à União Dinâmica de Faculdades Cataratas …
CIDADE VERMELHA: A militância comunista em Camocim – CE (1927- 1950). 2ª Edição Dissertação de Mestrado apresentada ao Departamento de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Rio de Janeiro. …