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ROBERTO DRUMMOND ERA CONSIDERADO COMUNISTA PELA DITADURA

O romancista e contista mineiro Roberto Drummond é um dos mais lidos e estudados escritores do Brasil, sendo tema de inúmeras teses de mestrado e doutorado. 
Nasceu em uma das mais violentas regiões de Minas Gerais, no município de Santana dos Ferros, no Vale do Rio Doce. Considerado um subversivo pela ditadura, trabalhou como jornalista na década de 60, tornando-se cronista esportivo – campo menos perigoso para se trabalhar naquela época. Estreou na literatura em 1971, com A morte de D. J. em Paris, que teve tiragem recorde na época e ganhou o maior prêmio literário da época, o Concurso de Contos do Paraná. Em 1975, ganhou o Prêmio Jabuti de escritor revelação.

Passou por uma fase de literatura pop, que rendeu, entre outros,O dia em que Ernest Hemingway morreu crucificado. Seu maior sucesso literário foi o romance Hilda Furacão, de 1991, que foi mais tarde adaptado com enorme sucesso para a TV.

O escritor mineiro Roberto Drummond, faleceu de infarto do miocardio, no dia 21 de junho de 2002 em Belo Horizonte.

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