Torturas

Albernaz volta ao porão

Ao retornar às dependências do II Exército,em São Paulo, o major reformado Benoni de Arruda Albernaz foi recebido sem o respeito que infundia no tempo em que comandava interrogatórios de presos políticos em poder da Operação Bandeirantes e do DOI-CODI, entre 1969 e 1971. Desta vez ele estava na condição de prisioneiro, sob acusação de falsidade ideológica e estelionato.

http://pt.scribd.com/doc/97951312

Aluizio Palmar

Aluízio Ferreira Palmar, nasceu em 24 de maio de 1943, em São Fidélis, Estado do Rio de Janeiro. Em sua juventude estudou na Universidade Federal Fluminense e, devido à sua militância revolucionária foi preso e banido do país, após ter sido trocado, juntamente com outros 69 presos políticos pelo Embaixador da Suíça no Brasil. Depois de passar oito anos entre o exílio e a clandestinidade, deu início, após a Anistia Política, a carreira jornalística que completou 50 anos.
Aluízio Palmar foi consultor da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão estadual da Verdade do Paraná, tendo seu trabalho de pesquisador dado origem ao site Documentos Revelados

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4 comentários

  1. Rafael says:

    05/08 – Um Zé Dirceu contestado

    O ex-ministro (acima) passava o tempo no cinema,
    conforme o ex-companheiro Sílvio Mota

    Passado contestado – IstoÉ Independente – 05/08/2012
    José Dirceu, segundo o juiz aposentado Sílvio Mota, seu ex-companheiro no treinamento de guerrilha em Cuba, levou uma vida mansa, protegido e privilegiado por amigos de Fidel
    Adriana Nicacio
    No fim de semana que antecedeu o início do julgamento do mensalão, o ex-ministro José Dirceu se recusou a participar de uma solenidade destinada a festejar um período obscuro de seu passado. O ato público, convocado por organizações de esquerda, pretendia relembrar o Movimento de Libertação Popular (Molipo), um grupo formado por 28 exilados brasileiros que treinavam guerrilha em Cuba nos anos 70

  2. Rafael says:

    Texto completo
    Dirceu, que era um deles, achou mais prudente evitar a aparição pública. Além do ex-ministro, só há mais dois sobreviventes do Molipo: o juiz aposentado Sílvio

    Juiz aposentado Sílvio Mota, companheiro de Dirceu

    Mota e o mestre-de-obras, também aposentado, Otávio Ângelo.
    (Observação do site http://www.averdadesufocada.com ;Sobre Otávio Ângelo leia mais AQUI)

    Todos os demais foram mortos pela repressão quando retornaram ao Brasil.
    Sílvio Mota, contemporâneo das andanças cubanas de Dirceu, acha que o ex-companheiro fez bem em evitar as homenagens:Ele nunca combateu de verdade, diz Mota.

    Sílvio Mota sente-se à vontade para desconstruir a imagem combativa do petista em sua passagem pela ilha de Fidel Castro. Ele guarda na memória a figura de um militante indisciplinado e cheio de privilégios. Segundo Mota, enquanto os integrantes do Molipo participavam dos exercícios militares pesados, Dirceu levava uma boa vida, protegido por autoridades cubanas. ?Ele preferia passar seu tempo nas salas de cinema?, conta. José Dirceu refugiou-se em Cuba em 1969, depois de ter sido preso no Congresso da UNE, em Ibiúna, no interior de São Paulo, e trocado pelo embaixador americano Charles Elbrick. Em pouco tempo, tornou-se íntimo do então presidente do Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográfica, Alfredo Guevara, amigo de Fidel Castro. De acordo com o relato de Mota, Dirceu passou, então, a se aproveitar dos poderes de seu protetor para fugir do treinamento guerrilheiro. ?Dirceu era indisciplinado. Não combateu no Molipo, como também não havia combatido na ALN (Aliança Libertadora Nacional) no Brasil?, diz Mota.

    Segundo o juiz aposentado, Dirceu logo conseguiu abandonar em definitivo o treinamento. Alegava dores nas costas. Assim, pôde livrar-se das horas seguidas de marchas na selva, sem alimentos na mochila e cantis vazios. Em condições insalubres, os militantes do Molipo passavam semanas sem banho, participavam de cursos de tiros e aprendiam a montar explosivos. Todos, menos o ex-ministro, réu do mensalão. ?O projeto de Dirceu sempre foi pessoal. E quis o destino que terminasse aparecendo essa sua verdadeira face oportunista?, diz Mota. O juiz voltou ao Brasil em 1979, quatro anos depois de Dirceu. Depois da temporada em Cuba, os dois se viram poucas vezes. Mota chegou a se filiar ao PT, mas não seguiu carreira política. De Dirceu, prefere manter distância

  3. Sebastiao Cruvinel says:

    Marginais

  4. Sebastiao Cruvinel says:

    E ainda tem safado que pede a volta desses marginais fardados, lixos!!!!

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