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EM 1973, O CHEFE DO PNI PROIBIU ATIVIDADE RELIGIOSA DO PADRE ZEZINHO NAS CATARATAS

O sacerdote, escritor e músico Padre Zezinho, conhecido atualmente por sua composição, cujo refrão é  “Abençoa Senhor as famílias, Amém”, deixou delegado e agentes da delegacia de Foz do Iguaçu da Polícia Federal em alvoroço durante sua passagem pela Terra das Cataratas, em 07 julho de 1973.

A programação do religioso católico incluiu Missa na Igreja São João Batista, palestra com apresentação musical no Cine Iguaçu e Romaria ao Parque Nacional do Iguaçu. Porém, a programação no PNI foi proibida pela Administração do Parque e as atividades da Romaria foram transferidas para a Capela do Hotel San Martin.

Documento em anexo traz um relato assinado bacharel Marco Polo Jardim, agente da DPF, onde ele relata as atividades do Padre Zezinho, considerando perigosas para o regime as idéias expostas para, segundo o agente, dois mil jovens.

Ainda em seu relato, o agente da Polícia Federal mostrou-se horrorizado pelos elogios que o Padre Zezinho fez a Mao Tse Tung, Marx, Lamarca, Marighella e Che Guevara.

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EM 1973, O CHEFE DO PNI PROIBIU ATIVIDADE RELIGIOSA DO PADRE ZEZINHO NAS CATARATAS

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