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ATÉ O PAI DE JOÃO DÓRIA, GOVERNADOR DE SÃO PAULO, FOI PERSEGUIDO PELA DITADURA MILITAR

Logo após o golpe militar de 1964, foi baixado o Ato Institucional Nª 1. O Diário Oficial do dia 10 de maio trouxe uma imensa relação de políticos que tiveram seus mandatos cassados e direitos políticos suspensos por dez anos. Entre as primeiras cassações consta João Agripino da Costa Dória,  suplente de deputado federal, pelo Estado da Bahia. João Agripino Doria era um bem sucedido empresário na área de publicidade e frequentava as altas rodas da elite paulistana, guiado por Mario Henrique Simonsen . Simonsem era um dos maiores empresários da época, exportador de café e dono da Panair do Brasil. Ambos eram amigos do presidente João Goulart e apoiavam a política nacionalista de Jango. Devido a essa simpatia política e aproximação com o governo derrubado, os militares perseguiram durante anos Doria e Simonsem.

Devido as perseguições João Agripino Dória exilou-se na França.

Em anexo documentos da 4ª Zona Aérea e do SNI  reportando os fatos

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Aluizio Palmar

Aluízio Ferreira Palmar, nasceu em 24 de maio de 1943, em São Fidélis, Estado do Rio de Janeiro. Em sua juventude estudou na Universidade Federal Fluminense e, devido à sua militância revolucionária foi preso e banido do país, após ter sido trocado, juntamente com outros 69 presos políticos pelo Embaixador da Suíça no Brasil. Depois de passar oito anos entre o exílio e a clandestinidade, deu início, após a Anistia Política, a carreira jornalística que completou 50 anos.
Aluízio Palmar foi consultor da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão estadual da Verdade do Paraná, tendo seu trabalho de pesquisador dado origem ao site Documentos Revelados

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