Depoimentos PCBR

MEMÓRIAS DE APOLÔNIO DE CARVALHO – TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA EM 1986

 

Transcrição: Fita 11 – lado1; Apolonio de Carvalho – gravação 6 – 8 de maio de 1986; Fita 11 – lado 2; Fita 12 – lado 1; Fita 12 – lado 2. 8 de maio de 1986

 

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Ao longo do século XX, Apolônio de Carvalho sempre lutou por aquilo em que acreditava, numa longa e duradoura militância por transformação social. A partir da década de 1930, esteve presente nas mais importantes lutas políticas do Brasil e da Europa: serviu no exército brasileiro e depois foi expulso pela ditadura Vargas; ingressou no Partido Comunista Brasileiro; foi voluntário nas Brigadas Internacionais da Guerra Civil Espanhola contra os fascistas; e atuou na resistência francesa, na luta contra o nazismo na Segunda Guerra Mundial. Foi, por assim dizer, um exemplo de militante internacionalista, chamado pelo escritor Jorge Amado de “um herói de três pátrias”.

Quando voltou ao Brasil, em 1946, envolveu-se ativamente na vida política do país. Durante a ditadura militar, participou da resistência e passou a viver na clandestinidade. Em 1964, com divergências com o Comitê Central do Partido Comunista, rompeu com o partido e fundou, em 1969, o Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), juntamente com Jacob Gorender e Mário Alves. Em 1970, foi preso e torturado pelo regime militar. Em junho daquele ano, Apolônio e outros 39 presos políticos brasileiros foram banidos para a Argélia, trocados em decorrência do sequestro do embaixador da Alemanha.

Em outubro de 1979, com a prom

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 MEMÓRIAS DE APOLÔNIO DE CARVALHO - TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA EM 1986

Aluizio Palmar

Aluízio Ferreira Palmar, nasceu em 24 de maio de 1943, em São Fidélis, Estado do Rio de Janeiro. Em sua juventude estudou na Universidade Federal Fluminense e, devido à sua militância revolucionária foi preso e banido do país, após ter sido trocado, juntamente com outros 69 presos políticos pelo Embaixador da Suíça no Brasil. Depois de passar oito anos entre o exílio e a clandestinidade, deu início, após a Anistia Política, a carreira jornalística que completou 50 anos.
Aluízio Palmar foi consultor da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão estadual da Verdade do Paraná, tendo seu trabalho de pesquisador dado origem ao site Documentos Revelados

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1 comentário

  1. Martha Aulete says:

    Bom…, trabalhador sempre merece e merecerá homenagens! E o estudante idem.
    Agora, por outro lado:
    Até hoje eu nunca vi — de todos! Este está no mais baixo nível — partido mais barango; mais Kitsch; mais bregaço; mais cafonérrimo que o PT. Há muitos partidos ruins no Brasil… Mas dos piores é o PT.

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