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VOLKSWAGEM COLABOROU COM A DITADURA CIVIL MILITAR DENUNCIANDO FUNCIONÁRIOS

Mais que participação na Operação Bandeirantes junto a outras entidades jurídicas ligadas à Fiesp, documentos revelam  fichas sujas com nomes de funcionários acusados de “subversão”, como era considerado o envolvimento com causas sociais, eram práticas frequentes na Volkswagen, uma das primeiras representantes da indústria automobilística a instalar-se no Brasil em 1959.

Em 1980, quando deflagrada uma greve de 41 dias

, o Dops recebeu uma lista com 436 trabalhadores grevistas de grandes fábricas do Grande ABC, como Volks, Mercedes-Benz e Villares. Entre outras queixas, a luta, à época, era de um reajuste de 15% nos salários – não conquistados.

Nos documentos, além de endereço residencial, ao lado do nome completo de cada pessoa, há uma anotação do setor do trabalhador dentro da fábrica

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