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ATAS DE APREENSÃO E QUEIMA DE LIVROS PELO SERVIÇO DE CENSURA FEDERAL, OCORRIDAS DURANTE A DITADURA MILITAR

 Nos anos 70, funcionários do Serviço de Censura Federal foram enviados pra rua com a missão de apreender e incinerar livros, revistas e jornais considerados subversivos “por atentar contra as instituições, a moral e os bons costumes”.

Milhares de exemplares foram então apreendidos nas editoras, nos depósitos, nas livrarias e bancas de jornais de jornais e revistas.

A fúria proibitiva da ditadura militar atingiu desde O Pasquim, até Adelaide Carraro e Henry Miller.

Seguem abaixo em PDF e JPG algumas dessas Atas

 

 

 

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 ATAS DE APREENSÃO E QUEIMA DE LIVROS DO SERVIÇO DE CENSURA FEDERAL OCORRIDAS DURANTE A DITADURA MILITAR

Aluizio Palmar

Aluízio Ferreira Palmar, nasceu em 24 de maio de 1943, em São Fidélis, Estado do Rio de Janeiro. Em sua juventude estudou na Universidade Federal Fluminense e, devido à sua militância revolucionária foi preso e banido do país, após ter sido trocado, juntamente com outros 69 presos políticos pelo Embaixador da Suíça no Brasil. Depois de passar oito anos entre o exílio e a clandestinidade, deu início, após a Anistia Política, a carreira jornalística que completou 50 anos.
Aluízio Palmar foi consultor da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão estadual da Verdade do Paraná, tendo seu trabalho de pesquisador dado origem ao site Documentos Revelados

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